Isfahan desde o início

Um pouco mais da nossa história


Nossa história tem início há muito tempo em um lugar bem longe daqui.

Tudo começou em 1947 no Líbano, Oriente Médio. Ali nasceu Najad Nagi al Khouri conhecido por seus amigos como Najad al Sajad (Najad, o Tapeceiro). Isso porque, quando criança, Najad costumava brincar com bolinhas de gude nos infinitos contornos do Trabriz de sua família, um maravilhoso tapete símbolo de tradição e prosperidade. Naquele tempo Najad não tinha ideia que este apelido iria se tornar o seu destino.

Aos 19 anos como todo jovem sonhador decidiu se aventurar pelo mundo. Em busca de boa música, futebol e mulheres chegou ao Brasil. Para ele a rota do tesouro já estava traçada, porém, de sua família recebeu apenas 100 dólares e um “boa sorte”. No início teve muitas dificuldades com o português, mas com coragem iniciou o curso de Economia em Campinas. Conseguiu assim, um emprego em uma empresa estatal e em pouco tempo, com o domínio do árabe, inglês e agora do português, foi transferido para o escritório de Bagdá no Iraque. Em Bagdá, o melhor programa nas sextas feira era ir ao bazar olhar os tapetes e ouvir histórias. Assim, Najad teve contato com os tapeceiros profissionais, mercadores árabes e descendentes iranianos que trabalhavam por lá. Foi impossível resistir aos tapetes e sua primeira compra foi um um Belushi de oração que está com ele até hoje .

Após um período no Iraque, Najad foi transferido para a capital do Irã. O bazar de Tehran era bem diferente do de Bagdá. O tamanho e riqueza, especialmente da tapeçaria, encantaram nosso protagonista. Seu fascínio foi tão grande que Najad quis aprender, ainda como hobby, variadas técnicas de reparo e se aprofundou em leituras sobre essa arte milenar. Pouco depois, o destino lhe pregou mais uma peça e colocou em seu caminho uma mulher iraniana com quem se casou e formou uma família. A primeira vez que veio ao Brasil trazendo um tapete em sua mala, teve uma enorme surpresa pois foi reeprendido pela Alfândega. Nessa época a entrada de tapetes persas no Brasil era proibida e Najad não conseguia entender como a cultura de outro país poderia ser tratada desta forma. No início da década de 90, tempos de crise no Brasil, a empresa em que Najad trabalhava fechou e aproveitando o contato que havia feito com vários tapeceiros no Oriente Médio, retornou ao Brasil disposto a investir nesse mercado. Nesta época a alfândega já permitia a importação de tapetes e incentivado por Youself Yoshalim, um tapeceiro que se tornou também um grande amigo, Najad embarcou fundo na arte.

As primeiras peças, selecionadas com a ajuda de Youself no Irã, foram vendidas no próprio apartamento no Rio de Janeiro. O sucesso foi absoluto, a mercadoria tinha bom preço, beleza e excelente qualidade. A abertura da Isfahan foi o passo seguinte. O nome é uma homenagem à cidade de Isfahan no Irã que tem o título de patrimônio da cultura. O primeiro espaço foi um escritório na Urca que logo ficou pequeno. Foi então que a Isfahan desembarcou em Ipanema na Rua Visconde de Pirajá. Com grande dedicação e apoio da vizinhança o crescimento foi vertiginoso e o mais novo tapeceiro do Rio começava a fazer sucesso. Como consequencia de muito trabalho árduo, a Isfahan se mudou para uma imponente casa na Lagoa Rodrigo de Freitas, abriu mais duas filiais, na Barra da Tijuca e em Teresópolis e hoje é referência no mercado de decoração do Rio de Janeiro.

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